Skip to content

Michio Kaku e Desinformação em uma Casca de Noz

outubro 2, 2013
by

Introdução, e talvez um Ad Hominem

Michio Kaku, para quem não conhece, é um físico esperto que contribuiu bastante para a física, em particular para a Teoria de Cordas, na década de 80. Desde então ele tem se dedicado a fazer divulgação científica de uma forma que eu pessoalmente acho extremamente arriscada. Posso dizer até ruim, em alguns aspectos.

Devido a suas várias participações em programas de TV e entrevistas em jornais, Michio Kaku ganhou o status de “o maior físico da atualidade” entre os leigos ou algo assim. Devo enfatizar o “entre os leigos” na minha afirmação. Na comunidade científica ele está praticamente esquecido desde o começo da década de 90. Não estou dizendo que por causa disso ele necessariamente está errado no que diz. Mas estou dizendo que entre a comunidade científica ele não é nenhum gênio intocável, e que deve ter suas afirmações passadas pelos mesmos critérios que qualquer outro.

E infelizmente, boa parte do que ele diz por aí é exagerado, confuso ou simplesmente errado. E considerando o enorme espaço que ele ganha na mídia, isso é triste e perigoso.

Há algum tempo recebi um dos vários vídeos do Kaku, e pediram que eu desse minha opinião. E é o que faço neste post.

Ao Vídeo, e a associação tosca entre tecnologia, economia e prosperidade

Antes de tudo, gostaria de agradecer ao Luc Andersen pelas ótimas traduções que ele sempre disponibiliza para a internet.

O vídeo em questão é esse aqui:

O começo do vídeo é até bom. Animações atraentes, exposição clara. É verdade que ele simplifica um pouco demais a história da física, mas tudo bem, vamos dar um desconto. O primeiro momento do vídeo que me contorceu os rins não foi nem alguma afirmação de física, mas de uma visão tosca de questões sociais. O trecho em questão começa ali pelos 20:45. Kaku começa a falar das implicações da Revolução Eletromagnética para a sociedade. Não podemos deixar de fora, claro, a Internet. Nesse momento, ele utiliza a imagem abaixo, e diz o que está na legenda:internet

Isso me doeu. Copio aqui o restante do que ele disse nesse trecho.

Esta é a Internet. A Internet é simplesmente um subproduto da força eletromagnética. E você pode ver que onde tem Internet, existe prosperidade. Existe Ciência! Existe Entretenimento. Existe atividade econômica. Onde não tem Internet, existe pobreza.

Vamos lá, não precisa ser um gênio para perceber a quantidade de bobeira dita nessas afirmações. Vindo de alguém com tanta visibilidade, apresentar um gráfico que diz que apenas Europa, America do Norte e uma meia dúzia de outros países são prósperos, e de alguma forma implicar que isso é consequência da existência de internet, isso foi uma cotovelada no rim. Rússia, China, Turquia, o Oriente Médio inteiro, a África inteira, e vários países da América Latina, de acordo com a imagem, não possuem atividade econômica, nem ciência, nem entretenimento. Aham. Isso para nem mencionar o fato dos EUA estarem vermelhões, como o grande exemplo de “prosperidade”.

O nó no meu intestino não parou por aí. Ele continua quando Kaku começa a falar de Teoria de Cordas.

A Menina dos Olhos

tl;dr: se essa parte do texto te confundir muito, pule para a próxima.

Teoria de Cordas é um assunto muito interessante. Eu mesmo sou um pesquisador da área, então posso dizer que sei alguma coisinha sobre o assunto. O problema  é que ela se tornou um dos assuntos mais bombásticos nos círculos de  divulgação científica. Que  maneira melhor de atrair pessoas para a ciência com coisas que beiram ou extrapolam a ficção científica? Universos Paralelos, Multiversos, viagens no tempo, outras dimensões, entre outras coisas, são as maneiras com as quais revistas e canais de TV conseguem audiência fácil. Sim, estou falando de sensacionalismo barato, para vender. De fato, isso pode ser um atrativo para jovens se interessarem mais por ciência. No entanto, entramos num campo minado se resolvermos trilhar esse caminho pela Teoria de Cordas.

Entre vários problemas interessantes da física atual, um deles atrai grande atenção, por seu caráter  fundamental. “Fundamental” quero dizer que não é um problema só de ter uma equação complicada para resolver, mas precisamos ainda inventar essa equação. Esse é o caso da busca por uma teoria que descreva satisfatoriamente a mecânica quântica e a relatividade. Esse problema, a busca por uma “teoria quântica de gravitação”, é fundamental para entender melhor buracos-negros ou os estagios iniciais do nosso universo.

A Teoria de Cordas entra aí, como uma entre várias possibilidades de abordar o problema. Ela postula que os objetos fundamentais que compõem toda a matéria são pequenas cordinhas vibrantes. O estudo dessa Teoria é extremamente complicado, e gera algumas consequências surpreendentes, por exemplo a existência de outras dimensões além das 3 de espaço e uma de tempo que observamos, e a possibilidade de explicar o nosso universo como um “subespaço” dentro de um espaço maior, que pode conter outros subespaços parecidos. Multiplos universos, se você quiser chamar assim.

Uma coisa interessante da Teoria de Cordas é que todas as características físicas de um universo construído da teoria são descritas geometricamente. Isto é, a quantidade de partículas elementares, suas cargas, o número de forças fundamentais, como as partículas interagem, etc, tudo é especificado pela geometria escolhida para as suas dimensões extras (por exemplo, escolher as dimensões extras no formato de uma esfera dá propriedades diferentes do que se escolher um formato de donut). Para alguns, isso é magnífico. Para outros, é só trocar um problema (escolher equações para descrever essas propriedades) por outro (escolher a geometria certa que gera essas equações).

É aqui que o bicho pega. Nem sequer sabemos que Teoria de Cordas consegue reproduzir satisfatoriamente o universo que observamos, com as mesmas partículas e forças. As tentativas de fazer isso são sempre muito simplificadas, e mesmo assim carregam diversos problemas. Por exemplo, quando tentamos “construir um universo” parecido com o nosso (isto é, escolher uma geometria que reproduza o que observamos no nosso universo), é comum aparecerem diversas outras partículas que nunca foram observadas.

Para piorar, em Teoria de Cordas essas geometrias que definem a física do seu universo são dinâmicas. Ou seja, se escolhemos a geometria de uma esfera, ela pode muito bem vibrar e mudar de tamanho, e nesse processo mudar completamente as leis físicas de quem vive nesse universo.

Para piorar ainda mais, Teoria de Cordas é uma teoria ainda em construção. Existem diversos elementos que surgem dela que não sabemos ainda direito como tratar. Por um lado isso é fascinante, pois possibilita a um monte de pessoas que adoram fazer cálculos se debruçar nesses problemas e tentar resolver, só pelo prazer mesmo (e claro, publicar artigos). Por outro, ela está longe de ser uma teoria bem compreendida, muito menos uma que possamos dizer ser uma boa descrição do nosso universo.

A Menina do Kaku

Se você se perdeu na sessão anterior, o resumo é o seguinte: Teoria de Cordas é complicada, está ainda em construção e nem sabemos se ela consegue descrever bem os fenômenos que observamos no universo. Pode ser que ela não passe de uma curiosidade matemática muito interessante. E acho que deveria ser o dever de todo físico da área ter um pingo de decência e honestidade e deixar isso claro para a mídia. Se a mídia não entender porque estudamos algo que nem sequer sabemos se é real, é também nosso dever tentar explicar como que a ciência é feita.

Não é isso que nosso amigo nipoamericano faz. Ele joga tudo isso pro ar, e trata cordas como o ó do borogodó, a coca do deserto. Sendo mais preciso,

30:30: “Teoria de cordas é baseada na simples idéia de que todas as forças do universo […] podem ser vistas como música. […] Se eu tivesse um supermicroscópio e pudesse olhar bem no coração de um elétron, o que eu veria? Eu veria uma tira de borracha vibratória. E se eu a vibrar, ela se transforma num neutrino. Se eu vibrar novamente, num quark. Se eu vibrar novamente, numa partícula de Yang-Mills. De fato, se eu a vibrar um número suficiente de vezes, eu consigo milhares da partículas subatômicas, que tem sido catalogadas pacientemente pelos físicos.”

Isso está errado. Os modelos de cordas que se aproximam do nosso universo não possuem uma estrutura assim tão simples. Além disso, eu não consegui entender que “milhares de partículas” seriam essas, sendo que o nosso Modelo Padrão só possui um número pequeno.

31:18 – “Teoria de Cordas pode ser resumida numa equação de 1 polegada de comprimento. Essa é minha equação!”

Uma de várias tentativas não muito bem sucedidas de tentar escrever uma equação mais completa para a Teoria de Cordas (chamada Teoria de Campo de Cordas).

31:28 – “E como a testamos? Nós estamos construindo uma máquina. [se referindo ao LHC] A maior máquina que a ciência já construiu na história da humanidade. […] Esperamos encontrar partículas além do Bóson de Higgs.”

Legal. De fato, esperamos mesmo encontrar o que pudermos no LHC. Inclusive partículas supersimétricas (não gosto do apelido “superpartículas”) Mas isso não vai estar diretamente relacionado com Teoria de Cordas. De fato, a grande maioria dos cientistas da área acredita que experimentos de colisores não serão capazes de detectar nenhuma evidência para a Teoria de Cordas.

32:50 – “Teoria de Cordas te leva para antes do Big-Bang. [… longo trecho sobre diferentes universos colidindo…] e é isso que achamos que é o Big-Bang: O Big-Bang ou foi causado por uma colisão de universos ou pela divisão de universos.

De fato, Teoria de Cordas te possibilita descrever um processo que dá origem a algo que parece o big-bang. No entanto, como eu disse, ainda há muita coisa que não entendemos de Teoria de Cordas, e os mecanismos que possibilitariam gerar o big-bang ainda estão longe de serem realmente entendidos. Cito um trecho de um artigo sobre o assunto escrito por Gasperini e Veneziano, entitulado The Pre-Big-Bang Scenario in String Cosmology (página 4):

O assim chamado cenário pré-big-bang descrito nesse artigo deve ser visto na perspectiva acima como um possível exemplo, talvez até mesmo um toy model [um modelo extremamente simplificado para estudo], do que cosmologia pode se parecer se nós assumirmos que os procurados modelo padrão de gravidade e cosmologia sejam baseados em (alguma versão particular de) teoria de cordas. Embora muitos teóricos de cordas muito possivelmente  concordariam com a importância de se estudar as consequências cosmológicas da teoria de cordas, é a priori longe de óbvio que as pesquisas mais recentes nesse campo nos forneça uma resposta inambígua para essa questão.

Chamo atenção para os “ses”, a cautela em apresentar o assunto. Então não, a Teoria de Cordas não te responde sobre o Big-Bang. De fato, ela fornece algum relance do que pode quem sabe ser uma resposta. Notem a diferença.

O restante do vídeo, principalmente os recados para aspirantes a físicos, é bom, e eu recomendo.

Conclusão

No geral, é isso que acho que o Kaku intencionalmente abre mão. Por mais que ele seja de fato um bom físico, excelente expositor e comunicador, na tentativa de atrair atenção para a sua área de pesquisa, ele transforma tudo numa coisa dourada lustrosa e fantasiosa, e omite todos os problemas. É como prometer um doce a uma criança, e no fim só dar arroz, feijão, carne e salada. A realidade vai deixar a criança muito mais forte e saudável do que o doce, mas agrada menos. Acho que um bom educador deveria fazer a criança entender a importância do arroz e feijão, até que ela aprenda a gostar, ao invés de mentir.

Anúncios
38 Comentários leave one →
  1. outubro 2, 2013 9:19 am

    Alguma possibilidade de rolar um Post parecido sobre o Marcelo gleiser? Que eu também vejo recebendo críticas…

    • ddimensoes permalink*
      outubro 2, 2013 9:45 am

      Olá! Eu conheço pouca coisa do Gleiser. Li um único livro, “A Dança do Universo”, que gostei bastante. A impressão que tive é que o Gleiser é bem mais cauteloso.

      • Alisson permalink
        outubro 2, 2013 12:20 pm

        Desculpa me intrometer, mas acho que posso contribuir um pouquinho. Neste link vocês podem encontrar um artigo escrito pelo prof. Roberto de Andrade Martins sobre “A dança do universo”, de Marcelo Gleiser. A crítica está dividida em duas partes, uma dedicada à discussão sobre Física Clássica e outra sobre a Física Moderna. Este link é sobre a Física clássica, o outro é possível encontrar facilmente no Google.
        https://periodicos.ufsc.br/index.php/fisica/article/view/6886/6345

        Abraços!

        • ddimensoes permalink*
          outubro 2, 2013 12:28 pm

          Legal! Obrigado, vou dar uma lida logo mais.

          • outubro 3, 2013 2:19 am

            Os problemas apontados no livro do Gleiser pelo Martins são de outro cunho. São erros de Física devido à analogias. Isso é o que todo divulgador da ciência está sujeito.
            Interessante também, que senão me engano, na segunda edição do livro e ele faz correções e agradece ao Martins.

  2. Jociel Leone permalink
    outubro 2, 2013 10:22 am

    Muito boa a crítica.
    Porém, de um ponto do vista diferente, a ideia do Kaku é exatamente fantasiar e realmente “enganar” algumas pessoas para dar coragem as mesmas de irem buscar conhecimento. Claro que ele realmente pecou em algumas passagens.Mas vejamos por essa lado, imagine as pessoas leigas citadas como se fossem crianças. Como chamar atenção delas para algo que na maioria das vezes não é interessante para elas ? Como incentivá-las a fazer algo que provavelmente não gostariam de fazer se soubessem dos motivos ? Normalmente nós falamos para as crianças, “vamos para a escolinha ? você vai fazer vários amiguinhos e brincar bastante !”, e escondemos os verdadeiros motivos de estar levando a criança a escola. Essa é uma analogia barata, porém, é uma forma eficaz de chamar a atenção e tentar estimular jovens estudantes vestibulandos para ingressarem em cursos superiores envolvendo a matemática e a física de uma forma direta.
    Claro que o tiro pode sair pela culatra. Ao mesmo tempo que aumenta a procura por cursos em exatas, também aumenta a taxa de reprovação e desistência nos mesmos cursos. Mas, uma vez dentro da faculdade, o êxito em se formar dependerá da vontade do próprio aluno. Contudo, ao aumentar a quantidade de calouros nos cursos, também irá aumentar a quantidade de formandos e profissionais, sendo assim alcançado alguns dos objetivos do Kaku ao “enganar” os leigos para incentivá-los a busca por conhecimento.

    • ddimensoes permalink*
      outubro 2, 2013 10:52 am

      Excelente comentário. Concordo com o que você diz, e de fato, quando penso em criticá-lo, muitas vezes penso nisso que você falou. “E se, no fim das contas, ele estiver só ‘exagerando um pouquinho’, mas por uma boa causa?”

      Já refleti bastante sobre isso, e a minha opinião atual é que existem muitas formas de atrair pessoas para a física sem necessariamente mentir. Na sua analogia, tudo bem dizer à criança que ela vai fazer amigos, porque no fim das contas vai mesmo. Mas não dá pra dizer que na escola ela vai montar em pôneis voadores.

      Parte da forma com que eu faço divulgação (em meus vídeos no youtube – D-Dimensões – ou através desse blog) vem dessa filosofia, de que é possível sim divulgar ciência sem esconder as falhas daquilo que fazemos. Pode não ser a forma mais eficaz, mas pelo menos eu durmo de consciência tranquila =)

      • Márcio O'Dwyer permalink
        outubro 2, 2013 12:50 pm

        Eu só gostaria de adicionar que existem exemplos de boa divulgação científica com essa cautela mencionada. De cabeça consigo lembrar de Feynman, Sagan e Neil deGrasse Tyson, que divulgaram (ou divulgam no caso do Tyson) com mais rigor e de uma forma “bonita”.

        Além disso, existem hoje diversos canais do youtube fazendo isso muito bem feito, na minha opinião. Tanto para física quanto para outras “hard sciences”. Para citar alguns (todos em inglês):

        Minute Physics: http://www.youtube.com/user/minutephysics
        SciShow: http://www.youtube.com/user/scishow
        Veritasium: http://www.youtube.com/user/1veritasium
        CGP Grey: http://www.youtube.com/user/CGPGrey
        VSauce: http://www.youtube.com/user/Vsauce
        SmarterEveryDay: http://www.youtube.com/user/destinws2

        Todos esses canais citados tem um público enorme (média aproximada de 1 milhão de inscritos) e apresentam seu conteúdo sem embelezar a ciência ao ponto de distorcer ou desinformar.

        Tendo isso em vista, acredito que “exagerar um pouquinho’ é desnecessário e uma boa apresentação faz com que o leigo não só se interesse pelo assunto, mas também pela forma como a ciência é feita.

        – Márcio

        • ddimensoes permalink*
          outubro 2, 2013 2:36 pm

          pronto, resgatei do spam =)

          • Márcio O'Dwyer permalink
            outubro 2, 2013 2:47 pm

            Valeu!

      • Márcio O'Dwyer permalink
        outubro 2, 2013 1:03 pm

        off-topic: Deixei um comentário um pouco longo agora pouco e ele não apareceu. Nele tinham alguns links para vídeos no youtube. Tem problema isso?

        • ddimensoes permalink*
          outubro 2, 2013 1:57 pm

          não tem nenhum problema. Só que o wordpress filtra automaticamente para spam, vou procurar e postar aqui.

  3. Roger Bonsaver permalink
    outubro 2, 2013 11:20 am

    Sou um dos muitos “leigos” que assistem aos programas televisivos sobre ciências. E adoro. Ficou claro para mim, que o Doutor Kaku comete alguns deslizes no vídeo acima, mas não vejo tantos problemas. Sou leitor voraz da Scientific American e todos os artigos que leio, redigidos por cientistas defendendo alguma nova teoria, são assim; páginas e mais páginas explicando porquê sua teoria é a que melhor descreve algum fato ou evento e, só no último parágrafo, admite que ainda faltam experimentos e muitos cálculos que comprovem seu ponto de vista. Talvez tenha faltado esse apêndice ao vídeo, mas eu acho muito pouco para desqualificar um cientista.

    • ddimensoes permalink*
      outubro 2, 2013 11:32 am

      Agradeço o comentário. Adiciono que eu não o desqualifico como cientista, apenas acho que ele poderia fazer uma divulgação mais honesta. E essa não é a primeira vez que ele faz isso, parece que esse é o “modus operandi” dele.

    • outubro 2, 2013 11:54 am

      Na verdade isso é um pouco de dor de cotovelo e inveja,o Doutor Kaku,já disse em outros vídeos além deste que não sabem se a teoria das cordas esta certa,que não sabem o que é matéria escura,energia escura,entre outras coisas que ele admite que os físicos não tem ideia ainda…critica-lo é muito fácil,queria ter o orgulho de ver um físico brasileiro pelo menos se arriscar a defender com paixão uma nova teoria que ele por seus anos de esforço e estudo conseguiu chegar uma conclusão,mas não,por terras tupiniquins é muito mais fácil se preocupar em identificar os erros dos outros do que se preocupar em pesquisar algo realmente “novo” e exótico,uma parte por medo do que seus pares vão pensar e por outra parte por preguiça mesmo…Não sou físico,sou médico e posso assegurar que muitas “loucuras” que ele diz em outro vídeo,onde faz previsões para o futuro na minha área,como lojas de órgãos 100% compatíveis feitos a medida individualmente,terapia com células tronco para reconstrução de órgãos e até mesmo reverter o processo de envelhecimento,isso hoje pode soar como loucura,mas enquanto escrevo este texto e outros escrevem questionando o cientista,muitos outros pesquisadores sérios,estão de um modo ou de outro fazendo a ciência para elucidar os problemas que envolvem todas essas novas tecnologias da minha área e com certeza da área da física também.

      • ddimensoes permalink*
        outubro 2, 2013 12:14 pm

        “queria ter o orgulho de ver um físico brasileiro pelo menos se arriscar a defender com paixão uma nova teoria que ele por seus anos de esforço e estudo conseguiu chegar uma conclusão,mas não,por terras tupiniquins é muito mais fácil se preocupar em identificar os erros dos outros do que se preocupar em pesquisar algo realmente “novo” e exótico,uma parte por medo do que seus pares vão pensar e por outra parte por preguiça mesmo”
        Colega, se você quer ver isso, recomendo ir onde essas coisas acontecem o tempo todo: congressos de física. Quem sabe você até encontra comigo defendendo algumas das coisas novas e exóticas com as quais trabalho.

        A diferença é que eu e muitos outros não saímos pela rua falando que nossas teorias são verdadeiras e explicam tudo. E preferimos que nesse estágio inicial das teorias nossos pares sejam outros físicos, e não leigos.

        • Márcio O'Dwyer permalink
          outubro 2, 2013 12:54 pm

          Sem falar que “defender com paixão uma nova teoria” não cabe muito na ciência. Toda teoria, no fim das contas, tem que ser verificada experimentalmente e a sua “vontade” ao expor ela não deveria ser relevante.

          • outubro 2, 2013 2:26 pm

            E não é relevante mesmo Marcio,porém existem inúmeros outros vídeos do Kaku em que ele diz q ninguém ainda sabe se a teoria das cordas é verdadeira ou não,e que estão trabalhando para descobrir se é ou NÃO uma teoria unificadora,porém este vídeo é de divulgação científica para leigos e creio que sim,ele foi feliz nessa missão.
            Agora sobre o outro comentário,você esta certo,essas teorias são para seus pares discutirem,o que não impede que os humanos “normais e mortais” se interessem e queiram mais dados sobre o assunto…

  4. Anônimo permalink
    outubro 2, 2013 12:12 pm

    O Kaku parece um politico em campanha. So fala belezas ne?

  5. outubro 2, 2013 12:59 pm

    O problema é que cientistas, e sua maioria, acham que como eles sabem muito, todos deveriam ter a mesma facilidade. Isso é um video feito para um publico totalmente leigo, este não é um artigo cientifico feito para uma comunidade cientifica. Se este texto fosse sobre um artigo cientifico te daria toda a razão, mas o fato é de que não é. Quando Sagan falava de 4 dimensão e seres abitando um universo de 2 dimensão, poderíamos tecer todas estas criticas, porem foi graças a esses videos que nasceram muitos cientistas, pois esses videos despertaram a curiosidade de muitos que poderiam dedicar sua inteligencia para ganhar dinheiro, mas estão se dedicando a pesquisa e ao desenvolvimento. Para você esse video pode ser cheio de incoerências físicas e matemáticas , mas para alguem pode ser o ultimo empurrão para ganharmos mais uma mente pra nosso time.
    Não acho que todos os cientistas deveriam ser como eles, mas admiro Kaku, assim como admiro Sagan, Neil deGrasse. Pessoas que ajudam a divulgar, mas do que a ciência, a divulgar a curiosidade pela ciência.

    • outubro 2, 2013 1:59 pm

      Concordo com você Thiago,Carl Sagan foi muito criticado também pela maneira que ele apresentava ciência ao publico leigo,entretanto graças a pessoas como ele,muitas outras mentes brilhantes sonharam em contribuir de alguma forma para que essas”Desinformação em uma Casca de Noz” ou ficção científica se tornassem informação verdadeira e real na vida diária,posso me arriscar que isso inclui o autor deste post.
      Por isso não creio que o Doutor Kaku seja em nenhum momento um “Ad Hominem” pelo contrario,creio que ele seja um cientista,e deixa claro em muitas outras entrevistas que ninguém sabe ainda se a teoria das cordas é a verdade universal o elo que falta anterior ao Big Bang,mas como divulgador científico e incentivador de novas mentes dedicadas a ciência,é inegável sua contribuição.

  6. Anônimo permalink
    outubro 2, 2013 2:21 pm

    Caro colega, como vc não se apresenta tb deixarei meu comentário como Anônimo. Me desculpe mas sua colocação me pareceu tão dogmática quanto a Igreja Católica… Absolutamente todas as pessoas que abordam a ciência de forma diferente vc taxa de picaretas, etc… Não acredito nisso. Acredito que há sim pessoas mal intencionadas, como há em qualquer área de nossa sociedade, mas daí a partir para uma generalização é de uma estreiteza de mente, me desculpe novamente, que não condiz com a inteligência de um cientista. É muito perigoso a gente olhar o mundo somente dentro de nosso paradigma. Ninguém é dono da verdade. O saber também nos deixa cego, já pensou nisso? Que a quantidade de conceitos e teorias que vc trabalha podem tb te limitar, em um olhar mais amplo, se é que me entende. Acho que estar bem encaixado numa sociedade que se mostra doente (ou vc tem alguma dúvida de que nos relacionamos de forma extremamente negativa com nossos semelhantes e com nosso próprio ecossistema?) não é nehuma vantagem. Em relação a posts anteriores queria complementar que o Deepak Chopra, o Capra, e outros, falam sim muitas coisas interessantes e produtivas, que se levadas em prática podem nos trazer uma qualidade de vida muito melhor. Não acho que sejam pilantras, até onde eu conheço de seus trabalhos. Ganham muito dinheiro? Sim ganham! E ficam famosos! Mas quando entramos pro meio acadêmico sabemos que estamos abrindo mão disso, (sou da área acadênica tb) e como levantou a hipótese uma pessoa em um comentário anterior, não adianta dor de cotovelo. Basta vc ler “A Parte e o Todo” do Heisenberg que vc verá que a discussão mais ampla da ciência sempre existiu. A academia é que a deixa de lado. Acredito que a ciência deve sim nos trazer uma melhora na ética e nos valores humanos tb! e não só ficar produzindo papers enquanto nosso planeta agoniza colocando em risco nossa própria sobrevivência. O Michio Kaku pode ser meio metido a estrela da mídia? Sim, concordo que pode. Mas achei o comentário do blog como um todo muito generalizado e como disse no início até dogmático.

    • ddimensoes permalink*
      outubro 2, 2013 2:59 pm

      “Absolutamente todas as pessoas que abordam a ciência de forma diferente vc taxa de picaretas, etc… Não acredito nisso.”
      Onde exatamente eu disse isso, ou algo parecido?

      “É muito perigoso a gente olhar o mundo somente dentro de nosso paradigma. Ninguém é dono da verdade.” Eu tenho um texto chamado “A Ciência Exata é Social”. Sugiro dar uma lida.

      “Em relação a posts anteriores queria complementar que o Deepak Chopra, o Capra, e outros, falam sim muitas coisas interessantes e produtivas, que se levadas em prática podem nos trazer uma qualidade de vida muito melhor.”
      Pode até ser, mas não é ciência como eles alegam. Um médium pode trazer conforto e alegria para uma família ao dizer que a filha desaparecida está feliz no céu. Mas e aí? Os fins realmente justificam os meios?

      Bom, eu acho que cientistas tem uma responsabilidade muito grande. Pessoas levam a sério o que cientistas dizem. Então ir na grande mídia inventando coisas, por melhor que seja a intenção, eu acho uma tremenda falta de respeito com o público, que é enganado.

      • Anônimo permalink
        outubro 2, 2013 5:08 pm

        Olá!
        “Absolutamente todas as pessoas que abordam a ciência de forma diferente vc taxa de picaretas, etc… Não acredito nisso.”
        – Onde exatamente eu disse isso, ou algo parecido? –
        Vc disse nos comentários do link “Sobre a Liga”

        Eu gostaria que vc me mandasse o texto sim, como posso te passar meu e-mail de forma privada?

        Concordo com vc sobre a responsabilidade dos cientistas! e tb que as pessoas tem sido muito folgadas em usar o termo “comprovado cientificamente”, perfeito! Mas por outro lado acredito que o mundo é MUITO mais do que a nossa pequena ciência pode provar com seus parcos métodos. Newton já dizia, que era apenas um menino brincando na beira do mar, pegando uma pedra ou outra, enquanto o grande oceano misterioso estava inexplorado a sua frente… Existe sim a cura milagrosa (viu a mulher que se curou e vão canonizar o Papa pela cura? Está tudo documentado.) Temos situações na nossa vida que não sabemos explicar, intuições, outros tipos de cura, viu aquele homem na India que não come há 60 anos? Está documentado tb pelo médico. Ele ficou 10 dias internado no hospital sob observação. Então, eu particularmente, acho que virão sim comprovações de teorias bem doidas que irão ampliar nossa visão e compreensão. Da mesma forma que foi totalmente doido a Teoria de Relatividade na época em que Einstein a escreveu. E acredito tb que não precisamos ficar engessados, esperando a ciência comprovar as coisas primeiro, pra depois trazermos o conhecimento pra nossa vida prática.
        Sei que ficou vago… mas é mais ou menos isso, e por isso acho interessante jogar as ideias, estimular a criatividade, enfim falar sobre o tema! Principalmente para os leigos.

        Abraços,

  7. Anônimo permalink
    outubro 2, 2013 3:12 pm

    Quem escreve contra michio é cristão e criacionista. tenso!!!

  8. Roberto Lopes permalink
    outubro 2, 2013 11:37 pm

    Não sou fã de Michio Kaku, porém, também, não sou hipócrita. Não é difícil perceber que o cientista faz uso de uma DIDÁTICA bastante adaptada. Como você mesmo disse, ele aparece bastante em canais de tv, internet etc.. e isso é extremamente benéfico para a ciência. Ele se interessa em estimular pessoas à gostarem de estudar, inclusive o vídeo que você postou, parece mais uma campanha a favor da ciência.

    Agora diga, o que você é pra ciência? quais as suas contribuições?

    Por favor, mais respeito com os mais velhos no mundo do conhecimento.

  9. PetralhanaCadeia! permalink
    outubro 3, 2013 1:22 am

    A Dilma é muito pior que o Kaku e não você não fala nada, seu esquerdista abortista!

  10. Rafael permalink
    outubro 3, 2013 3:23 am

    Vou contar toda uma história aqui. Desde o começo do ano eu venho estudando para o vestibular, inicialmente eu queria fazer medicina, mas já nas primeiras semanas do cursinho, ao relembrar como é gostoso estudar física, eu mudei de ideia: vou fazer física.

    Mas o que isso tem a ver com o post? Então, eu acredito que não há lugar melhor que um cursinho para saber o quanto as pessoas tem aversão à física. Muito devido a crença comum de que é uma coisa de outro mundo, só para loucos, aquela velha história.

    Lá, a gente tinha um professor que sempre procurava demonstrar na prática, em sala mesmo, como certas coisas funcionavam (por exemplo um sistema de polias). No entanto, outras aulas de física eram massantes ao quadrado. O professor de uma dessas aulas (física no cursinho é dividida em 4 frentes: A, B, C e D), a mais chata, por sinal, começou um assunto novo na disciplina dele: Física Moderna. É um prato cheio para entusiasmar qualquer um, até mesmo os odiadores de física.

    Entretanto, foi uma terrível decepção para mim, pois além de o modo de ensinar nos cursinhos ser o da lavagem cerebral, no pouco espaço que este professor usou para conversar sobre a física, ele só cuspiu sensacionalismo científico e misticismo (buraco de minhoca, a mente humana muda a realidade ao seu redor, etc) e deixou na cabeça dos alunos, pela forma como ele expôs a matéria, que Einstein foi um herói, um mito, descobriu tudo sozinho e é o dono da porra toda. Eu parecia adivinhar de onde vinha todo aquele discurso dele, mas nem deu tempo de ficar com dúvidas, pois logo em seguida ele recomendou que quem tivesse interesse que procurasse no History por alguns documentários de um japonês simpático, Michio Kaku.

    Aonde eu quero chegar com isso? Ora, se até um professor (tudo bem, de cursinho, mas mesmo assim) cai nesse papo de documentário de desdivulgação científica, imagine o tanto de gente que acaba acreditando no que é veiculado por porcarias como o History. A busca irrefreável pelo lucro desses veículos deixa de lado o que é ciência para vender fantasias de um mundo cor-de-rosa no qual cientistas são nossos heróis, verdadeiros paladinos solitários, portadores da bondade e da sabedoria suprema, e nos faz enxergar beleza no que não existe e desprezar a verdadeira beleza que é a ciência real de fato, como ela é feita e como ela é sempre refeita.

    No cursinho mesmo eu vi pessoas dizendo que ciência não era para eles, que precisava ser super inteligente, e que pessoas comuns não conseguiriam fazer grandes descobertas. Pessoas discutindo como seria quando conseguíssemos achar um dos inúmeros portais para viajar pelo espaço-tempo, gente comentando que viu documentários deste Kaku e elogiando sua inteligência (“precisa ser muito inteligente para saber física”), etc.

    Concluindo, a física pode maravilhar as pessoas, mas desta forma como ela é divulgada (History e afins) não vai fazer nada mais além disso. Ou talvez faça, deixe pessoas acreditando em um monte de bobagens místicas.

    Ufa!, espero que alguém leia, pelo menos.

    • ddimensoes permalink*
      outubro 3, 2013 10:30 am

      cara, posso publicar o seu comentário como postagem do blog?

  11. Dímitri Molina permalink
    outubro 5, 2013 10:31 pm

    Gostei muito da sua imparcialidade acerca do comentário, apesar de expor todo o seu ponto de vista “oposto” ao do Michio Kaku, Você mesmo assim disse que ele é um bom físico e reconheceu que ele foi importante para a física de partículas embora eu não conheça seus trabalhos direito.

    Eu estou no começo da graduação em física e só vi física 1 e 2 por enquanto. Não sei distinguir o que é verídico do que é crença no que o Kaku diz, e estou lendo quântica por conta própria mas é de dar um verdadeiro nó no cérebro.

    Devo admitir que os programas em que ele se dava presente, e alguns outros (como o Filipenko) tiveram grande importância na construção da minha paixão por física, pois é lamentável como é ensinada aqui no Brasil. Definições, definições e mais definições, e nada de física funcionando. Decorar tudo isso é a missão do aluno de ensino médio neste país.

    Mas como não quero me prolongar demais vamos direto ao ponto: concordo com muitas coisas que você disse, e outras não.

    1) Essa visão de progresso baseada na Internet: mal ou bem eu concordo em parte (mas bem em parte) com o Kaku, tomando suas palavras como simbólicas. É verdade que não é sinônimo de prosperidade, mas os países mais prósperos têm “uma internet” muito mais acessível, de melhor qualidade e cobertura do que aqui. O Brasil é um país próspero economicamente, e está relativamente apagado no gráfico, concordo. Nos outros quesitos de prosperidade, que não econômicos, é discutível. Mas, vamos lá, se for usar a Internet como índice há uma correlação até que forte, se você levar em conta não só o “volume” de internet, mas a conectividade/acesso do país. A China está apagada, não é próspera? Cai no mesmo caso do Brasil, próspera economicamente é inegável, mas socialmente eu me arrisco a dizer que não. É claro que ele possui a visão do “There’s no way like the american way” mas não achei absurdo as palavras dele se não a tomarmos com todas as letras, como acredito ter sido a intenção. Eu acredito que prosperidade não ficou adequada para a comparação, mas algum ou parâmetro (sou 0 em sociais) parecido com prosperidade ficaria. Todos os índices de comparação são falhos, pois nenhum eles cobre tudo. IDH, índice econômico de Big Macs (que incrivelmente já foi usado), renda per capita, etc.. Eles mostram situações pontuais, e ao meu ver vocês dois (Kaku e você) erraram nesse quesito. Você ao dizer que não há uma forte correlação, e ele ao colocar uma palavra tão vaga quanto prosperidade. A Internet, muito provavelmente, serve para medir algum parâmetro sim, pois países com mais ou menos internet têm correlação com algum índice que um sociólogo adoraria discutir, e ficamos presos a definição de prosperidade que foi empregada no contexto, custando-nos a interpretação desta. Por isso eu não gosto de ciências humanas, mas fica a minha crítica a vocês dois aqui, rs.

    2) Eu acredito que deveria realmente constar nos programas dele que isso é aquilo em que ele acredita e que não há solução ainda. Que é proposta dele. A convicção dele nas próprias teorias o atrapalha muito, assim como é complicado discutir evolução com uma pessoa religiosa, pois ela já partirá do pressuposto que Deus está lá, independentemente do que você diga. Uma vez dito que é a proposta de Kaku, eu acho que ele poderia dizer o que fosse a respeito da teoria das cordas, pois está claro que é isso que ele está tentando provar.

    3) Quanto ele não descer demais ao nível fundamental das teorias eu acho sensato. Esse programa é para atrair interesse na física, e não de fato ensinar física. Ninguém irá aprender física com esses programas, apenas ter uma vaga idéia do que é aquilo. Até porque é impossível ensinar física com palavras, seriam necessárias muitas equações para ser física de verdade e ficaria desinteressante, pois quando você é bombardeado com informações fora do seu senso você tende a achar que não é pra você. Acho que você pegou muito pesado com ele neste ponto e o próprio nome diz: Teoria de Cordas. Teoria.

    Obrigado pela atenção!

  12. Vinicius permalink
    outubro 16, 2013 7:30 pm

    Mas qual é o objetivo dele agindo assim? Criar cientistas? Vender livros? Divulgar ciência?

    Se for para vender coisas, ótimo, mas para ensinar…

  13. Jackson permalink
    outubro 25, 2013 3:31 am

    No caso da internet, Kaku errou feio quando enxergou causa onde é, na verdade, consequência. Os países já eram prósperos, com bom IDH e alto nível de educaçaõ e, por consequência, tem internet, não é a internet a causa.

    Em relação a outras aparições dele na mídia, ele se divide apresentando documentários apegados ao rigor científico e documentários ligados a ideias pseudocientíficas.

    Não sei se ele é ingênuo e, por isso, “empresta” a imagem e faz depoimentos sem checar o que vão fazer em cima do que ele falar, pois para um leigo ou crente de “consciência ou cura quântica” as distorções de conhecimento serão óbvias e poderão macular o conhecimento evidenciado, ou ele apoia realmente a “visão piradinha” dos pseudos.

    Com Kaku sempre me posiciono com um pé atrás, ele não é confiável.

  14. Wagner Baccan permalink
    novembro 25, 2013 11:20 pm

    Recomendo enfaticamente que o Sr. vá estudar um pouco mais sobre suas criticas simplesmente estupidas.

  15. outubro 14, 2014 12:32 pm

    Vei ele fala de forma bem ampla…tem q se estudar muito pra compreender metade do q vc assiste em vídeos, eu vejo e revejo alguns documentários só pra entender certas passagens, pq n sou um profissional da area sou leigo, mas acredito q os detalhes, vc aprende se tiver curiosidade o suficiente e se dedicar…é a mente sobre a matéria todo o discurso do tio Michio Kaku, curto ele, e o Philipenko também.

  16. 6181 permalink
    fevereiro 28, 2016 1:23 pm

    Picareta vaidoso. É o tipo de cara q pensa “pq o hawking é tao famoso? eu tb posso ser ….” e sai por ai fazendo merda …. pior agora foi esse interestellar receber um aval …. qt custa a dignidade cientifica? Ela eh vendida por aplausos ou por dolares?

    Alem do q todos sabem q as teorias dele sobre big bang da decada de 90 estao erradas

    como diria feynman: se entrar um zumbi no caltech se esconda no departamento de anti materia …. afinal zumbis vai atras de cerebros pra comer

    O big bang jogou pra frente no tempo a materia e a antimateria de dirac pra tras no tempo … por isso nao temos antimateria aqui …. conservacao de momento qd se analisa o tempo como o q realmente eh: uma dimensao

    a antimateria esta agora a mais de 20 bilhoes de anos pra tras no ” nosso passado”

    mas como o o universo eh fechado se vc for pra frente no futuro no futuro vc chega pela passado … ou se vc for pro passado vc acaba chegando pelo futuro …. assim como se vc for muito tempo pela direita vc acaba volando pela esquerda de onde saiu

    no futuro a antimateria vai encontrar e aniquilar a materia …. uma indo pelo passado e outra pelo futuro

    uma confirmacao disso eh a expansao acelerada do universo … causada nao por essa palhacada de ” dark energy” .. mas por antimateria ” no futuro” q atrai a materia pra ” todos os lados”

    eh so uma questao de ver o tempo como uma dimesao infinita tanto pra tras qt pra frente

    claro q isso tudo q eu escrevi agora eh palhacada …. acabei de inventar …. mas meus argumentos sao tao bons qt desses outros picaretas .. mere’co espaco na midia?? venderei jornais?

    o marcelo gleiser eh PESSIMO … escreve mal! muito mal! e escreve errado!! qual a necessidade dele? nenhuma!

    ele nem eh um bom divulgador nem eh um bom cientista … da aula num colege de 8a categoria nos states .. sera pq o irmao dele eh diretor da rede globo??

    q saudade de qd eu so queria matar o capra! bons tempos .. era feliz e nao sabia

Trackbacks

  1. Comentário Recebido em “Michio Kaku: Desinformação Numa Casca de Noz” | A Liga dos Cientistas Extra Ordinários

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: